02 junho, 2010

O DECLÍNIO COGNITIVO

Olá, pessoal!

Beleza, zilhões de comentários, avalanches de carinho!  Obrigada gente, ainda bem que tenho vocês, que são tão legais, tão gente fina.  Milhões de beijos e abraços. Fiquem com Deus.

Andei dando uma olhadinha nos meus guardados e olhaí o que achei! Um "Teste Para Avaliar o Declínio Cognitivo de Todos Nós" (In Longevidade do Cérebro: um programa médico revolucionário que aprimora a mente e a memória. - Dharma Singh Khalsa e Cameron Stauth, RJ. 2005, p 26.)

Bom, "todos nós", alguém até pode achar uma expressão exagerada, mas na falta de outra melhor... fica essa mesmo, hehe..  Pretendo com esse post chamar a atenção para o cuidado que devemos ter com a memória, afinal é ela a única responsável pela nitidez dos retratos de nossa vida. 

Ouvi não sei onde, que uma pessoa sem memória é como um relógio que se derrete..., colocação que acho perfeita, ainda mais quando a gente observa essa imagem forte, que sinceramente, não conheço nenhuma outra que transmita com presteza a devastação que assola o ser humano, quando a memória se vai. Chama-se "A Persistência da Memória", (Persistance de la mémoire, 1931) de autoria do pintor catalão Salvador Dalí.


Através dos relógios moles e dependurados, ele mostra o tempo e a memória: o tempo é mutável e relativo e na memória, o passado e o presente se fundem. Dizem os entendidos, que esse quadro nasceu de um sonho que o pintor teve com um camembert escorrendo. Gente, olhem só a genialidade dele: pintou o tempo, que come e também se come.

Gente esse assunto é muito sério e nós também, não é? Mas... vamos dar uma relaxada que ninguém é de ferro!!!  Depois a gente engrena de novo, ok?  Se você não quiser ler, pode pular essa parte, não me importo. Mesmo. rsrs

Três senhoras muito velhinhas se reúnem para o chá da tarde.
– Puxa, acho que estou ficando esclerosada – comenta uma delas.
– Ontem eu me peguei com a vassoura na mão e não me lembrava se já havia ou não varrido a casa.
– Isso não é nada – diz a outra. – Outro dia eu me vi de pé, ao lado da cama, de camisola, e não sabia se tinha acabado de acordar ou se estava me preparando para dormir.
– Cruzes! – fez a terceira.
– Deus me livre de ficar assim! Isola! – e deu três batidinhas na mesa: “toc-toc-toc.”
Olhou para as outras e emendou:
– Esperem um pouco que eu já volto! Tem gente batendo na porta!

Pronto, voltandoooo....

Agora carreguem as baterias e... Vamos ao teste!

1.   De vez em quando esqueço qual é o dia da semana
2.   Às vezes, quando estou procurando alguma coisa, esqueço o que estou procurando.
3.   Meus amigos e minha família acham que estou mais esquecido(a) agora do que costumava ser.
4.   Às vezes, esqueço o nome de meus amigos.
5.   É difícil somar números de dois dígitos sem escrevê-los.
6.   Frequentemente não atendo aos compromissos por esquecê-los.
7.   Raramente sinto-me animado(a).
8.   Agora, os pequenos problemas me aborrecem mais do que antes.
9.   É difícil me concentrar por mais de uma hora.
10. Sempre esqueço as chaves, e quando as acho, nunca me lembro de as ter colocado ali.
11. Estou ficando repetitivo(a).
12. Ás vezes, me perco, mesmo quando estou dirigindo em algum lugar onde já estive.
13. Com frequência esqueço o argumento que eu estava tentando expor.
14. Para me sentir mentalmente atento(a), dependo da cafeína.
15. Agora levo mais tempo pra aprender do que antes.


RESULTADO: Acima de 9: você pode estar com debilitação da memória associada à idade. Acima de 12: você está com sérias dificuldades. Deve estar nos primeiros estágios do Mal de Alzheimer, e precisará de um teste maIs completo e assistência de um médico.


CUIDADO!
Vamos evitar que os arqui-inimigos (o AL e o ZEHEIMER) se encontrem na nossa "casa". Se eles se encontrarem a gente dança.
Desconfiou da memória? Que tá fazendo aí então, "já pro médico"! 


A memória é a mente. Por isso, os desmemoriados são denominados sem mente. A alma vivifica o corpo; o ânimo exerce a vontade; Quando o conhecimento existe, é mente; Quando recorda, é memória; quando julga o reto, é razão; Quando espira, é espírito; quando sente, é sentido.” Isidoro de Sevilha (c. 560-636), Etimologias, XI, 1, 13.


“E tomou um pão, deu graças, partiu e distribuiu-o a eles, dizendo:‘Isto é o meu corpo que é dado a vós. Fazei isto em minha memória.’” (Lucas, 22, 19).
Tchau pessoal, até breve!!!!!!!!
Postar um comentário