20 agosto, 2010

BLOGAGEM COLETIVA - SENTIMENTOS - AUTOESTIMA

Olá,

Na blogagem coletiva de hoje o tema é autoestima. Andei passando os olhos pela web e pincei algumas coisas. Também me animei a dar uns pitacos. Mas aviso que não sou psicóloga e nem entendo nada de psicologia. Portanto quero desconto, hehe.



O que é autoestima?

Em psicologia, autoestima inclui a avaliação subjetiva que uma pessoa faz de si mesma. Simplificando. Autoestima significa quem você é para você. O lance é o seguinte: se você se considera uma pessoa de “valor”, sua autoestima será alta. Do contrário, será baixa. Em resumo: alta autoestima  não prejudica ninguém, ao contrário, torna a vida mais leve, (sem exageros, por favor, rsrs, olha o egocentrismo, a última bolacha do pacote!). Baixa autoestima, só Deus sabe... (cuidado com a manipulação, o pessoal pode se aproveitar de você!)

Pelo que li, todo mundo tem dificuldades com a autoestima.

Dizem que é por causa de uma mania insana que temos de nos valorizar para os outros e não para nós mesmos. Mas também pudera, quando alguém, honestamente, se valoriza, olha o que acontece: de cara já enfrenta um preconceito infame: fulano tá se achando, é um egoísta, etc. Então, fazer o que, acabamos proibindo a nós mesmos de gostar de nós. E a consequência? Baixa autoestima, o vetor da desvalorização, ou seja, você não é importante para você.

E segundo os entendidos, muitas situações traumáticas que acontecem no decorrer de nossa existência estão diretamente relacionadas à baixa autoestima. Encontrei milhões de exemplos a respeito. Mas trouxe só um, que envolve baixa autoestima ligada à violência, pra gente avançar um pouquinho e dar uma espiada no outro lado da moeda: a influência da nossa autoestima nos outros. (Sorry, sou libriana, preciso ver o outro lado, hehe)
Compensação versus falta de amor-próprio

Dizem que esse é um caso típico, ultracomum. Funciona assim: para compensar a baixa autoestima e consertar a falta de amor-próprio, você faz tudo para os outros, tudo o que eles querem. E o faz porque tem medo de romper com o outro, tem medo de ficar só. Então você se anula e sofre com isso. Aí começa o calvário dos que lhe rodeiam, porque você mete os pés pelas mãos e faz besteiras a torto e a direito. Violência, inclusive, desde a verbal até a física. O que apoia a tese de que a baixa autoestima favorece a criminalidade.
E esse lado da moeda é bem interessante na medida em que vem atrelado ao seguinte raciocínio: a pessoa é violenta porque, de alguma forma, está ferida e frustrada, pois acredita que não conseguirá obter o que deseja. Então se vira contra os outros, --geralmente os indefesos--, e os agride gratuitamente. Ahã. Pois saiba que esse tipo de argumentação, tem isentado os criminosos de pagarem pelos seus crimes. Argh. Gosto de argumentos simples, mas não simplistas.

Conversa tosca essa minha, tchê. Transformei um papo banal numa coisa séria. Pô, sexta-feira, de manhã, dá licença, rsrs!!! Mas é que ao ler sobre a baixa autoestima, me deu a sensação de que a violência está logo ali. Socorro, estou ficando paranóica. Chega, madame, stop. Pra que fui enveredar por este lado? Rá!

Voltemos logo à querida, bela autoestima, pura e simples. Dê uma olhadinha:
  • Por que você se desprestigia?
  • Por que você vive contra você?
  • Por que você não pode errar?
Dicas:
  • Aceite-se. Sua vida é para você.
  • Comece a enxergar a si mesmo como uma pessoa ótima. Permita-se ser assim.
  • Você vive com você vinte e quatro horas por dia. Tome posse de si mesmo.
  • Seja tudo para você.
Blogagem Coletiva do Blog Café com Bolo, da Glorinha.
Se you later.
Beijos

Postar um comentário