09 abril, 2010

TERRA DOS HOMENS

Olá pessoal,
Muito bom dia!

Ontem surgiu um assunto, sabe aquelas coisas chatas que a gente gostaria de virar a cara e deixar passar, mas que ao mesmo tempo a gente sente que precisa e pode ser resolvido? Uma droga. Sinceramente, eu bem que gostaria de ter empurrado com a barriga e deixado para outro dia, mas meu amigo Saint Exupèry (aquele do Pequeno Príncipe, lembra?) me deu uma sacudida e me salvou. Claro que é verdade, nem pense em duvidar. Primeiro fiquei num banzo que só vendo, mas por pouco tempo, que não gosto de banzos, então, chateada e muito a contragosto, fui à luta. Tratei de botar a inteligência pra funcionar e pensar de que modo eu poderia resolver aquela m..., grrrrrr. Pois bem, entre mortos e feridos todo mundo se salvou, rsrs. O problema está resolvido. Gente tirei um peso. O infeliz já estava querendo acomodar-se nas minhas costas e, sabe como é, a cada dia que passasse se agigantaria. Claro, resolver o problema não foi assim tão fácil, tive que suar a camiseta, mas agora que passou, ih, parece que nem foi nada. Ufa! estou livre!! \o/  (Se não tivesse resolvido, no futuro iria virar um problemão!)

Taí pra vocês, emprestada, (com três Vs, hein) minha tábua de salvação, ainda bem que tenho ela sempre comigo. Já disse e repito, a literatura me salva!! Ah, o nome do livro é "Terra dos Homens". Livro grandioso, faz um tempão que li, mas ele está sempre por aqui, me dando lições. Gente, esse parágrafo, todo ele é de ouro e brilhantes, mas aumentei o tamanho da letra para enfatizar o que meu amigo me diz que sempre me traz à responsabilidade e me coloca na linha, hehe!
"Construiste tua paz tapando com cimento, como fazem os cupins, todas as saídas para a luz. Ficaste enroscado em tua segurança burguesa, em tuas rotinas, nos ritos sufocantes de tua vida provinciana; ergueste essa humilde proteção contra os ventos, e as marés, e as estrelas. Não queres te inquietar com os grandes problemas e fizeste um grande esforço para esquecer a tua condição de homem. Não é o habitante de um planeta errante e não lanças perguntas sem solução: és um pequeno burguês de Toulouse. Ninguém te sacudiu pelos ombros quando ainda era tempo. Agora a argila de que és feito já secou, e endureceu, e nada mais poderá despertar em ti o músico adormecido, ou o poeta, ou o astrônomo que talvez te habitassem."

Deixo aqui link,  pra vocês lerem um pequeno resumo que acho superbem escrito, e que pensa o livro como eu.

Por enquanto era isso.
Fui. Bj.
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