17 dezembro, 2009

CADÊ O TAXI?

Se tem uma coisa que acho cansativo nas viagens de avião é, na chegada, pegar as malas e o taxi. É que, em condições normais, a gente já chega cansada e esses trâmites costumam atrasar um pouco. Mas você verá que o atraso que vou relatar, é absolutamente inaceitável. Veja só. Viajando a trabalho, eu e meu marido, chegamos ao nosso destino às 0h10min. Estávamos cansados, mas na esperança de que, mais um pouquinho e a gente estaria no hotel descansando. Ledo engano! As coisas foram muito diferentes! Primeiro as malas. Uma verdadeira tortura chinesa. Simplesmente assim, o tempo passando e nós esperando. E a esteira andando. Vazia. Até que lá pelas tantas, depois de muito esperar, eis que surgem elas, as malas! Pronto, agora só faltava o táxi. Mandaram-nos pegar um taxi direto. − É bem ali, ó. E o pessoal correndo, literalmente. E então sentimos a maldade. A fila era quilométrica e nem sinal de taxi. Notei que havia um homenzarrão correndo de um lado para o outro e dizendo que estava organizando a fila. Enquanto isso, o tempo passava e o pessoal cansado começou a reclamar.
E o taxi? Cadê o taxi? − É que só temos trinta taxis senhor, e eles vão e voltam e tem que esperar. (Isso mesmo, 30 taxis para atender todo aquele pessoal, calculei por alto, umas cem pessoas). − Se quiserem, vão se queixar ali ó, na INFRAERO, a culpa é deles. Então lembrei que na chegada, dentro do avião éramos tratados como clientes. Com agradecimentos e tal. E agora, ninguém é mais cliente? Bem, pelo que senti, nesse aeroporto, desceu do avião, bailou. O pessoal responsável pelos serviços aeroportuários não demonstra a menor preocupação com quem viajou. Sem chances. Sabe que horas conseguimos entrar no taxi? Às 2h18min!  Desculpe-me o desabafo, mas chegar no aeroporto e esperar duas horas para pegar a mala e tomar o taxi? É demais, você não acha?  O nome do aeroporto? Aeroporto Internacional de Campo Grande. A gente perguntava e nos respondiam: aqui é assim mesmo.

Fui. Até breve.
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