| Imagem para inspiração |
- Marli Soares Borges -
De barro, amassado à mão,
Minha casa foi erguida.
Meu lar, minha proteção,
Neste chão que me dá vida.
Minha casa, meu torrão,
Aqui minha vida acontece.
Pedacinho de sertão,
Que meu peito não esquece.
❤ ❤ ❤
Minha participação na proposta da Lúcia
Blog Brincadeiras de Poetas - nº 3
Amiga Marli, Boa tarde de paz!
ResponderExcluirNosso lar e nosso porto seguro.
Ficou lindo.
Tenha dias abençoados!
Beijinhos fraternos
Simplesmente maravilhoso! Perfeita trova e inspiração! 😘😘chica
ResponderExcluirVi esse portão na postagem de Chica.
ResponderExcluirLembrei que tinha semelhante nas casas que morei até o fim da adolescência.
Por aqui não pode ter mais.
É só lembranças.
Você descobria os criminosos da Agatha Christie? Eu nunca.
Beijo,
Qué preciosidad Marli, me encanta. Besitos
ResponderExcluirPoeminha de memórias doces...
ResponderExcluirÓtima participação... Bjs
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Eu amo ver esta saudade do torrão, pois que sofro deste mal amiga.
ResponderExcluirLindas as duas trovas nesta reminiscencia e saudade de um tempo feliz.
Gostei.
Bjs de paz e que a semana seja iluminada.
Oi, Marli. Muito lindo e tocante seu poema. Acho incrível sua capacidade de tocar a gente com tão poucas palavras. Um dom maravilhoso. Um fraterno abraço amiga.
ResponderExcluirSimplicidade , paz de espírito e proteção. Combinação perfeita pra se morar e esquecer da selva de pedras.
ResponderExcluirUm abraço.
Gostei das redondilhas, Marli.
ResponderExcluirAcho que Lúcia queria simplicidade e tradução da imagem.
Você o fez.
Pela graça da beleza, meu louvor.
Bjss
Marli, sua visão e representação poética da imagem ficou perfeita. Exatamente isso que a imagem nos passa. Ainda que o sertão desafie quem lá faz sua morada.
ResponderExcluirabraços
Oi, Marli, adorei, amiga, uma gracinha!!!
ResponderExcluirBeijinhos e um bom fim de semana! 🙋♀️
Marli, aqui não tem duende (risos).
ResponderExcluirTalvez Clarice, nossa serviçal que as vezes se mete a limpar os livros, pode ter colocado de cabeça para baixo, ou em outra prateleira.
De todo jeito está sendo bom a procura, porque vou vendo, segurando, alisando e quase beijando meus livros amados.
Beatriz, a neta está me ajudando.
Ela está ajudando a tirar das prateleiras mais altas e colocando na mesa para que eu possa reorganizar.
Beijo, querida Marli.
Bom dia Marli,
ResponderExcluirUm hino lindíssimo à sua terra natal!
Adorei as trovas.
Beijinhos e abençoado fim de semana.
Emília
A tua casa é raíz
ResponderExcluirAonde a vida acontece.
É ela que tudo diz,
Nos acolhe e nos aquece.
Lindo trabalho de participação. Parabéns.
Beijo,
SOL da Esteva
Linda, perfeita e cheia de ternura e paz como a vida simples do sertão, permeada de beleza. Feliz com sua participação! Em outro blog meu, o Fé e Poesia tem outra proposta, veja lá e sinta-se convidada a participar!
ResponderExcluirBeijos!
Sim, Marli, a casa onde nascemos é o nosso chão, por mais humilde que seja; a minha, onde nasci, ainda está de pé ; vazia de gente, mas cheia de recordações, pois, apesar das dificuldades, nela fui muito feliz; foi meu aconchego até ir para o Brasil, outro chão que me acolheu como a ele tivesse sempre pertencido. As saudades são muitos, tanto da aldeia onde nasci, como de Guaratinguetá, onde vivi e onde nasceram os meus filhos.
ResponderExcluirRegressei há 35 anos....outro chão, também ele uma delicia. Assim é a vida...sempre a recomeçar.
Um beijinho e parabéns pela tua participação
Emília 🌻🌻
Linda participação Marli.
ResponderExcluirParece até um pedaço de um cordel.
Muito bom!!
Trovas de pura ternura...
ResponderExcluirDias tranquilos e aconchegantes...
num fevereiro muito feliz.
Um grande abraço, estimada amiga 💐
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Estou a publicar no meu blog de poesia...
https://refugiodospoetass.blogspot.com/
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