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terça-feira, novembro 25, 2025

OS ANJOS DIZEM AMÉM

 

"Os limites da minha linguagem são os limites do meu mundo"
Ludwig Wittgenstein

- Marli Soares Borges -

A linguagem - falada e escrita - dirige nossos pensamentos para focos específicos e nos ajuda a criar a realidade, limitando ou potencializando nossas possibilidades reais. Saber usar a linguagem com precisão é essencial para nossa vida, pois é através da palavra que nos comunicamos uns com os outros. Portanto quanto maior a nossa noção de linguagem, maior será nosso entendimento do mundo. As palavras são manifestações de nossos pensamentos e podem salvar ou infernizar nossa existência. É mais ou menos assim: você fala e ao falar está ouvindo sua própria voz. E se levarmos em consideração que nosso inconsciente registra e assume como verdade tudo o que a gente diz, aí está um bom motivo para termos cuidado com nossos ditos e imprecações. E tem os anjos. E tem nosso anjo-da-guarda pessoal que fala conosco pelo nosso inconsciente. Como assim, Anjos? Isso mesmo. A explicação é que "não somos seres humanos vivendo uma experiência espiritual, somos seres espirituais vivendo uma experiência humana”. Aprendi que os anjos são poderosos guias espirituais, seres luminosos que habitam outros reinos de existência e podem interagir com as energias humanas. Eles fazem a ponte entre o céu e a terra e estão sempre atentos à nossa voz; jamais julgam nossas palavras, apenas ouvem e aceitam como verdade tudo o que dissermos. E nossas falas se ampliam em ondas no universo! E para nos ajudar, eles "tecem" a realidade a partir dos elementos que lhes fornecemos (palavras, pensamentos e sentimentos). Já viu, a gente fala e os Anjos dizem amém! Mesmo que você ache essa história de Anjos uma grande besteira e não acredite em nada do que falei, é bom lembrar que a linguagem é o motor essencial do nosso desenvolvimento cognitivo. É a base da organização do pensamento e de toda a interação humana. Creio que isso já é o suficiente para exigir de nós um manejo responsável e cuidadoso das palavras que utilizamos no dia a dia. 


❤ ❤ ❤

sábado, novembro 22, 2025

AUTOESTIMA

AUTOESTIMA

- Marli Soares Borges - 

Andei passando os olhos pela web e pincei algumas coisas. Também me animei a dar uns pitacos. Mas aviso que não sou psicóloga e nem entendo nada de psicologia. Portanto quero desconto, hehe.

O que é autoestima?

Em psicologia, autoestima inclui a avaliação subjetiva que uma pessoa faz de si mesma. Simplificando: autoestima é quem você é para você. Se você se considera uma pessoa "de valor”, sua autoestima será alta. Do contrário, será baixa. A alta autoestima torna a vida mais leve e não prejudica ninguém, (sem exageros, por favor, rs, olha o egocentrismo, a última bolacha do pacote). A baixa autoestima, só Deus sabe.

Dizem que a baixa autoestima acontece por causa de uma mania que temos de nos valorizar somente para os outros e não para nós mesmos. E se alguém, honestamente, se valoriza, já enfrenta um preconceito: fulano tá se achando, é um egoísta, etc. Então, fazer o quê? acabamos proibindo a nós mesmos de gostar de nós. E a consequência? Baixa autoestima, desvalorização, ou seja, você não é importante para você. Segundo os entendidos, muitas situações traumáticas que acontecem no decorrer de nossa existência estão diretamente relacionadas à baixa autoestima. Encontrei milhões de exemplos a respeito. Mas trouxe só um, que envolve baixa autoestima ligada à violência, pra gente avançar um pouquinho e dar uma espiada no outro lado da moeda: a influência da nossa autoestima nos outros. (desculpe, sou libriana, preciso ver o outro lado, hehe)

Compensação versus falta de amor-próprio

Parece que esse é um caso típico, ultra comum e funciona assim: para compensar a baixa autoestima e consertar a falta de amor-próprio, você faz tudo para os outros, tudo o que eles querem. E o faz porque tem medo de romper com o outro, tem medo de ficar só. Então você se anula e sofre com isso. Aí começa o martírio dos que te rodeiam, porque você mete os pés pelas mãos e faz besteiras a torto e a direito. Violência, inclusive, desde a verbal até a física. E os psicólogos anunciam que a baixa autoestima favorece a criminalidade. Em alguns casos, eu acrescentaria. E isso é um fato incontestável. Mas uma coisa é favorecer, outra é induzir e, até onde sei, não existe uma relação direta e exclusiva de causa e efeito entre a baixa autoestima e o comportamento criminoso. Daí o assunto descamba.

Corta.

Agora, olha só o raciocínio torto dessa grei pró-bandido: a pessoa é violenta porque, de alguma forma, está ferida e frustrada, pois acredita que não conseguirá obter o que deseja. Então se vira contra os outros, - geralmente os indefesos -, e os agride gratuitamente. Pronto! Depois desse "olé" os bandidos deitam e rolam! Pois bem. Esse argumento não só tem livrado os criminosos de pagarem pelos seus crimes como tem favorecido a criação das leis que abrandam os crimes dos pobrezinhos dos bandidos. E não é isso que vem acontecendo? Aos bandidos o perdão! Às vítimas o luto, a tristeza e a indignação. 😭 

Conversa tosca essa minha... transformei um simples papo sobre autoestima numa coisa séria e triste e fiquei mal. Puxa vida, sábado à noite... ninguém merece. Quando penso nesse assunto me dá uma sensação horrível de que a violência está logo ali. E o pior é que está! Mas voltemos ao assunto: por que você se desprestigia? Por que você vive contra você? Por que você não pode errar?

Dicas:
- Aceite-se. Sua vida é para você.
- Comece a enxergar a si mesmo como uma pessoa ótima. Permita-se ser assim.
- Você vive com você 24 horas por dia. Tome posse de si mesmo.
- Seja tudo para você.

Não se amofine, aprendi que todo mundo tem problemas com a autoestima e que isso não significa que seja uma falha pessoal. É um desafio que exige atenção e cuidado de cada um de nós. Não precisamos ser perfeitos, temos apenas que reconhecer nosso próprio valor intrínseco e dignidade, e encarar nossas qualidades e limitações de forma realista.

❤ ❤ ❤

quinta-feira, novembro 20, 2025

EU VOVOZANDO DE NOVO






- Marli Soares Borges (c) 2013 -
(Editado em 2025 para incluir minha netinha Anahí)


Verbo que entrou na minha vida, há 23 anos, quando nasceu minha netinha ÍSIS.
Verbo que entrou novamente na minha vida, há 18 anos, quando nasceu meu netinho PEDRO.
Verbo que entrou novamente, recentemente na minha vida, (ainda não faz um ano), quando nasceu minha netinha ANAHÍ.
Meu Deus, parece mentira, eu de novo afofando um bebê!

Verbo que rima com alegrar, abraçar, beijar, brincar, ninar, acalentar, aconchegar, perdoar e amar.
Verbo sem pretensão pedagógica.
Verbo que permite aventuras e confidências e abomina proibições.
Verbo que pode até subverter a disciplina.
Verbo que permite orgulhos e exibições.
Verbo que deixa você livre para anunciar a todos, 
que os seus netos são os mais lindos, os mais tudo, do universo!
Verbo que permite cumplicidade.
Verbo que inventei e trouxe para minha vida, sem compromisso com a gramática.
Verbo que meus netos estão sempre conjugando em novos tempos.
Verbo que estou sempre aprendendo novos significados.
Verbo forte e poderoso, que se chama VOVOZAR!


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sexta-feira, novembro 14, 2025

PARA MINHA NETINHA ANAHÍ


ANAHÍ e vô Nilton

- Marli Soares Borges -


Minha guriazinha querida do meu coração,
Meu solzinho do amanhecer,
Minha florzinha de laranjeira,

Meu mundo ficou mais bonito e completo com a tua chegada. Tu és para mim a materialização da esperança, um presente tardio e precioso que enche meu coração de alegria. Já estás com quase dez meses de vida; é incrível como o tempo voa. Parece que foi ontem que você era um pacotinho tão frágil que eu tinha até medo de segurar. E agora está aqui engatinhando, sorrindo e descobrindo o mundo ao teu redor. (Fiquei sabendo que ontem você conseguiu dar três passinhos sozinha... que sucesso hein!) Nestes dez meses de vida você já demonstrou que é cheia de energia e personalidade. E redefiniu o universo de todos nós, ensinando lições valiosas sobre o amor, as prioridades e o próprio significado da vida. Você melhorou as nossas vidas. Cada novo som que você aprende a fazer, cada tentativa de falar e cada vez que você estica o dedinho para pegar alguma coisa, meu mundo se ilumina. E o que dizer das covinhas que enfeitam o teu sorriso? E esses dois dentinhos que já "roem" as bolachinhas? Adoro a maneira como teus olhinhos brilham quando você vê algo que te interessa. E quando bate palminhas, muy bien, muy bien e abre aquele sorrisão? (Ah, deixa eu me desmanchar, coração de vó é assim mesmo... e vó com idade de bisa desmancha mais ainda, rs). Minha amada, mais amada! Preciso te dizer uma coisa importante para mim: eu adoraria andar bastante contigo no colo, mas ultimamente, qualquer esforço físico que faço me dá um cansaço imenso. Deve ser por causa dessa moléstia feroz que instalou-se em mim e deixa meu corpo tão fatigado... quem diria, eu que floresci em tantas primaveras e resisti a tantas tempestades... mas o que importa mesmo é que tu saibas que eu te amo incondicionalmente e é uma bênção testemunhar tuas descobertas. Cada um desses momentos está guardado a sete chaves no meu coração. Mimosura da vó, enquanto eu puder, estarei aqui para te ajudar em cada passo do caminho: para bater palminhas contigo e dar risadas e cantar umas cantigas; para te segurar quando você tropeçar e para te dar um abraço quando precisar de conforto. E antes que eu me esqueça, aproveita bem o vô Nilton. Ele é louco por ti. Ele te dá milhões de colinhos e te faz sorrir de orelha a orelha. E isso é muito bom! Peço a Deus que te abençoe grandemente e que te ajude a crescer e evoluir. E que tu continues saudável, feliz e sorridente, enchendo nossas vidas com tua doçura. 

Um montão de beijos e abraços.
Vó Marli.

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quarta-feira, outubro 22, 2025

CONSISTÊNCIAS DO PERDÃO





- Marli Soares Borges -

"Daqui a vinte anos haveremos de perdoar-nos uns aos outros, as brigas que tivemos, os revides e as traições. E haveremos de perdoar-nos a nós mesmos, por não nos havermos perdoado mais cedo." (Kierkegaard).


Anotei essas palavras quando eu tinha dezenove anos. Lembro que naquela época considerei isso uma verdadeira utopia. Imagine só, eu perdoar meus desafetos? Sem essa. E lá se foram, há muito, os vinte anos que ele falou! (Nossa! passaram-se mais de cinquenta anos.) Já sei, você quer saber no que deu. Calma, já vou contar.

Com o passar do tempo a vida vai nos ensinando algumas coisas. Vamos adquirindo experiências, vivendo, aprendendo, mudando nossos rumos, serenando e apaziguando nosso interior. Comigo foi assim. Certo dia aconteceu a mágica e comecei a perdoar. Nem me dei conta e foi ótimo para mim, fez bem ao meu coração. E sei que é assim pra muita gente porque, na verdade, a maioria das coisas pelas quais nos batemos ou brigamos nem são tão graves assim. E por outro lado, quando perdoamos alguém, poderemos, muitas vezes, estarmos perdoando a nós mesmos. A vida e o bem viver são muito mais importantes do que certos desentendimentos e a paz de espírito vale muito mais do que qualquer outra coisa. 

Mas por favor, não se coloque na obrigação de perdoar. O perdão só é gratificante quando natural e verdadeiro. Jamais inclua o perdão no rol dos deveres, pois as chances de sair ileso dessa jogada são nulas. Lembre-se que o ato de perdoar contém em si um ato de desistir, que por sua vez, tem que ser na medida certa, do contrário você vai acabar se anulando como pessoa. Cuidado! perdoar não significa esquecer, desculpar ou se reconciliar com o ofensor, mas sim libertar-se do controle que a situação ou a pessoa exerce sobre você.  

Resumo da ópera: o perdão é saudável para quem perdoa, portanto, perdoe! O importante é que o perdão não impeça você de viver e de sonhar. Perdoe, desista de incomodar-se, mas não desista de você. Se você desistir de você, ninguém te perdoará. Você, assim como eu, somos parte do universo. Essência. E é melhor que a essência seja livre, leve e solta.

Em tempo: 
(1)  Sempre tive essa mania de anotações e aos 76 ainda continuo anotando, rs, sou um caso perdido. 
(2)  Aplausos para o filósofo, acertou no alvo. Aplausos para mim, acertei em ter anotado, rs.

  

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sexta-feira, setembro 10, 2010

BLOGAGEM COLETIVA - SENTIMENTOS - ORGULHO

Olá, turma

* O tema é orgulho.

or.gu.lho
Substantivo masculino.
1.Sentimento de dignidade pessoal; brio, altivez.
2.Amor-próprio demasiado; soberba.
3.Aquilo ou aquele(s) de que(m) se tem orgulho.
§ or.gu.lho.so (ô) adj. sm.

Depois desse help que peguei no Aurélio, ficou bem mais fácil a gente bater um papinho. Então. O orgulho é um sentimento que pode ser bom ou ruim. Depende das circunstâncias. Mas, nem vou explicar nada porque a gente sabe muito bem a distinção entre orgulho e orgulho.

Gosto demais de sentir orgulho por meus ganhos e superações em vários aspectos da vida. Sei que tenho razões de sobra para orgulhar-me. Aliás, não estou sozinha nessa parada, pois todos nós, se fizermos uma leitura de mundo, com honestidade, encontraremos vários motivos para nos orgulhar de nossa caminhada terrena. E, nesse sentido, o orgulho é um sentimento muito bem vindo. \o/

Mas por outro lado, não posso deixar à deriva a feição malvada do orgulho, aquela que cega o entendimento e conduz à arrogância. Você sabia que o primeiro pecado mencionado na Bíblia foi o orgulho? Sim, Satanás estava se achando, queria ser o tal, queria ser como Deus. E assim nasceu a primeira contenda no céu. Uma penca de anjos foi seduzida, acreditaram nas promessas do futuro senhor de tudo. E você já sabe o resultado: confusão, mágoa, brigas e divisões. (ih, esse filme tá meio passadinho, não?) Enfim, uma tristeza. O orgulho sufoca, destrói e derruba. E, nesse sentido, o orgulho é um sentimento muito mal vindo. Xô. :((

Ah, tenho uma historinha pra você. Alguém me contou há bastante tempo. Nem lembro mais as palavras certas, mas sei contar assim:


A     L A M P A R I N A

Era uma vez uma lamparina cheia de óleo que vivia se gabando de ter um brilho maior que o Sol. Mas veio uma rajada de vento e... puf! Ela apagou. Ao acendê-la novamente, alguém lhe disse baixinho: ilumina e cala-te. O brilho dos astros não conhece o eclipse. (Gente, bem que ela podia dormir sem essa né, rsrs)?

Moral da história:
Que o brilho de uma vida gloriosa não te encha de orgulho. Nada do que adquirimos nos pertence de verdade.

E, como eu estava dizendo, gosto de sentir orgulho, mas aquele orgulho bom, que dignifica, que promove a vida, que traz sustentabilidade às nossas convivências. De resto, abomino o orgulho que conduz à arrogância. Odeio. Até porque, a vida é dinâmica, nada permanece como está.

Beijos.

* Blogagem coletiva organizada pela Glorinha do Blog Café com Bolo.

sexta-feira, agosto 20, 2010

BLOGAGEM COLETIVA - SENTIMENTOS - AUTOESTIMA

Olá,

Na blogagem coletiva de hoje o tema é autoestima. Andei passando os olhos pela web e pincei algumas coisas. Também me animei a dar uns pitacos. Mas aviso que não sou psicóloga e nem entendo nada de psicologia. Portanto quero desconto, hehe.



O que é autoestima?

Em psicologia, autoestima inclui a avaliação subjetiva que uma pessoa faz de si mesma. Simplificando. Autoestima significa quem você é para você. O lance é o seguinte: se você se considera uma pessoa de “valor”, sua autoestima será alta. Do contrário, será baixa. Em resumo: alta autoestima  não prejudica ninguém, ao contrário, torna a vida mais leve, (sem exageros, por favor, rsrs, olha o egocentrismo, a última bolacha do pacote!). Baixa autoestima, só Deus sabe... (cuidado com a manipulação, o pessoal pode se aproveitar de você!)

Pelo que li, todo mundo tem dificuldades com a autoestima.

Dizem que é por causa de uma mania insana que temos de nos valorizar para os outros e não para nós mesmos. Mas também pudera, quando alguém, honestamente, se valoriza, olha o que acontece: de cara já enfrenta um preconceito infame: fulano tá se achando, é um egoísta, etc. Então, fazer o que, acabamos proibindo a nós mesmos de gostar de nós. E a consequência? Baixa autoestima, o vetor da desvalorização, ou seja, você não é importante para você.

E segundo os entendidos, muitas situações traumáticas que acontecem no decorrer de nossa existência estão diretamente relacionadas à baixa autoestima. Encontrei milhões de exemplos a respeito. Mas trouxe só um, que envolve baixa autoestima ligada à violência, pra gente avançar um pouquinho e dar uma espiada no outro lado da moeda: a influência da nossa autoestima nos outros. (Sorry, sou libriana, preciso ver o outro lado, hehe)
Compensação versus falta de amor-próprio

Dizem que esse é um caso típico, ultracomum. Funciona assim: para compensar a baixa autoestima e consertar a falta de amor-próprio, você faz tudo para os outros, tudo o que eles querem. E o faz porque tem medo de romper com o outro, tem medo de ficar só. Então você se anula e sofre com isso. Aí começa o calvário dos que lhe rodeiam, porque você mete os pés pelas mãos e faz besteiras a torto e a direito. Violência, inclusive, desde a verbal até a física. O que apoia a tese de que a baixa autoestima favorece a criminalidade.
E esse lado da moeda é bem interessante na medida em que vem atrelado ao seguinte raciocínio: a pessoa é violenta porque, de alguma forma, está ferida e frustrada, pois acredita que não conseguirá obter o que deseja. Então se vira contra os outros, --geralmente os indefesos--, e os agride gratuitamente. Ahã. Pois saiba que esse tipo de argumentação, tem isentado os criminosos de pagarem pelos seus crimes. Argh. Gosto de argumentos simples, mas não simplistas.

Conversa tosca essa minha, tchê. Transformei um papo banal numa coisa séria. Pô, sexta-feira, de manhã, dá licença, rsrs!!! Mas é que ao ler sobre a baixa autoestima, me deu a sensação de que a violência está logo ali. Socorro, estou ficando paranóica. Chega, madame, stop. Pra que fui enveredar por este lado? Rá!

Voltemos logo à querida, bela autoestima, pura e simples. Dê uma olhadinha:
  • Por que você se desprestigia?
  • Por que você vive contra você?
  • Por que você não pode errar?
Dicas:
  • Aceite-se. Sua vida é para você.
  • Comece a enxergar a si mesmo como uma pessoa ótima. Permita-se ser assim.
  • Você vive com você vinte e quatro horas por dia. Tome posse de si mesmo.
  • Seja tudo para você.
Blogagem Coletiva do Blog Café com Bolo, da Glorinha.
Se you later.
Beijos

sexta-feira, agosto 13, 2010

BLOGAGEM COLETIVA - SENTIMENTOS - INVEJA

Olá,

Nessa postagem o sentimento é Inveja.

Vamos lá.

Inveja: Desgosto ou pesar pelo bem ou felicidade de outrem. Invejoso: aquele que tem inveja. Pesquisei no Aurélio.
Nessa semana andei ocupadíssima, estudando. Até fiz um pós. Queria saber de perto o que diz o mundo acadêmico sobre a inveja. Pois bem. Taí pra você, em primeira mão, saindo do forno, meus conhecimentos ultra, super, hiper, científicos.

Inveja é uma doença, um vírus, uma disfunção cerebral. Completamente diferente do ciúme que é querer manter o que se tem. Também não é igual à cobiça que é querer o que não se tem. Inveja é não querer que o outro tenha. É um sentimento perigoso e forte que ataca o coração e destrói a vida do invejoso. É mais ou menos como o feitiço virando contra o feiticeiro. Aí, pensei, bom, menos mal, só prejudica o invejoso, ufa! Mas tornei a pensar e vi que não era bem por aí. Olha só. O carinha invejoso adquire uma bela depressão, vai para o SUS, cai no hospital e dê-lhe remédio... E você nem imagina quem paga essa conta, não é? Conclusão: inveja é um sentimento malcriado, imbecil e dispendioso, que deveria ser banido da face da terra.

Gente, a inveja é um problema social, uma questão de saúde pública! Está na hora de criarem uma lei para acabar com a inveja. Não, não ria, é sério!! (Afinal, vivemos num país que faz leis a torto e a direito, e, diga-se de passagem, mais torto do que direito, portanto...rsrs!).

Aprendi também que o tal vírus estava aprisionado na maçã, inativo, lá no paraíso. Aí o casalzinho inventou de meter o nariz, --ou melhor os dentes-- onde não devia, e deu no que deu. E veio a comparação: fulano é mais bonito, é melhor do que eu. Abriram-se as comportas e a inveja, calmamente, entrou e instalou-se no coração das pessoas. E dizem que mora lá, na tocaia. Já viu, né, acho bom então, já que a gente não pode expulsá-la de lá, pelo menos dar uma boa sufocada nela, tirar-lhe as forças, antes que mostre suas garras e nos torne reféns de seus caprichos.

É triste, mas as vítimas da inveja simplesmente não conseguem suportar o sucesso do outro e por conta desse sintoma, acabam virando umas fingidas. E, cá pra nós, usam artimanhas tão babacas... Tem aquele que finge que não sabe que o outro é doutor, e sempre que o apresenta a alguém, o faz omitindo o devido título. Tem outro que finge que detesta viajar, só pra desestruturar seu colega que fez uma viagem legal. E outro que finge que dorme na palestra do amigo. Caracas. E por aí vai. Tem uma penca de exemplos. E nem vem com essa de inveja boa, inveja branca e tals. Negativo. Inveja é um câncer. Xô.

Bom gente, foi isso que aprendi no pós. Espero ter ajudado, rsrs.

Veja agora a historinha que achei na internet. É uma lenda sobre a inveja, e ilustra bem a minha conclusão sobre o tal feitiço virar contra o feiticeiro.
A Inveja e a Ganância passeavam de mãos dadas. De repente apareceu um gênio e disse: Peçam o que quiserem e lhes darei. Mas antes, respondam: quem nasceu primeiro a Inveja ou a Ganância? A Inveja pulou: Fui eu. Ok, disse o gênio, então, tudo o que você pedir, eu darei em dobro para a Ganância. A Inveja pensou, pensou e pediu: Fure um olho meu!
Mamma mia, sacou? E aí, quem mais sofre, não é o invejoso? A Bíblia tem toda a razão: "A inveja é a podridão dos ossos". (Pv 14:30).

Agora veja essa de São Basílio, o Grande:
“Não há vício mais pernicioso do que a inveja implantada no coração humano. (...) É um prejuízo para a pessoa invejosa, mas não causa danos aos outros.(...) A inveja é a dor causada pela prosperidade do próximo. Por conseguinte, uma pessoa invejosa sempre possui um motivo para tristeza e desânimo.(...) A pior característica dessa dor, no entanto, é que a vítima não pode revelá-la a ninguém”.
Boa São Basílio! Você acertou em cheio. Ô gente, pega leve, tem que dar um desconto, São Basílio era o Grande, mas não sabia do SUS!

Ops, não tinha SUS naquele tempo, amore, hehe.

Esse post faz parte da Blogagem Coletiva do Blog Café com Bolo.
Beijos a todos.