29 janeiro, 2010

BLUTENBALL

Gente!

Eu estava morrendo de saudades dos origamis, fazia tempo que não postava nada. Então hoje resolvi. Esse kusudama chama-se Blutenball, de autoria de Rocky Jardes. Fiz em outubro de 2009 para a minha netinha Ísis dar de presente para a professora dela. Ficou fofíssimo.













Para a confecção utilizei 30 quadradinhos de 7,5cm de lado. Mas pode ser feito também com 6 ou 12 quadradinhos. Na verdade, se você observar bem, esse kusudama nada mais é do que um icosaedro. Os módulos são bem fáceis de dobrar, (é o nosso velho e conhecido Sonobe), só que mais sofisticado. O problema é que essa sofisticação tem um preço: os módulos precisam ser colados (grrrr) entre si para que o origami adquira a forma final. E é aí que mora o problema, pois a colagem é complicadérrima! Mas o resultado compensa, não acha? Eu adorei!!!! hehehehe, achei tri.














A propósito, você sabe o que quer dizer essa palavra japonesa, Kusudama?
Kusu = remédio     Dama= bola


É que antigamente as pessoas costumavam colocar remédios ou ervas aromáticas dentro do Kusudama e o penduravam acima da cama dos doentes. Esse cordão que a gente usa nos kusudamas também tem um simbolismo específico. Explico: imagine o kusudama como uma esfera contendo a energia da cura. Pois bem. O cordão serve para dirigir essa energia da cura para a pessoa que está deitada ou para o ambiente.

Normalmente o cordão é feito apenas com um pompom que, por seus fios, ajuda a distribuir e espalhar a energia. Hoje em dia os Kusudamas não tem fins medicinais, mas a gente pode colocar cânforas ou essências aromáticas. Fica cheiroso e bem legal. Nesse aqui eu coloquei um algodãozinho com meu perfume predileto, um cheirinho... hum!

Espero que você goste, se quiser o diagrama é só avisar.
Era isso. Fui. Beijos.

26 janeiro, 2010

MORANGUINHO CORAÇÃO














Olá! Uau, um moranguinho em forma de coração, adorei. Veja só, a criatividade humana realmente não tem barreiras. Um jovem australiano de 22 anos conseguiu uma coisa inédita, ele está colhendo moranguinhos em forma de coração! Claro que é verdade, olha só a foto. Pelo que li no site de onde tirei a notícia, ele usa moldes plásticos para dar forma nas frutas.













Aqui, ele usou um modelo com a forma de coração para encapar as frutinhas (uma a uma) que, ao crescerem, adquiriram a forma desejada. Que esperto ele, hein, imagine só o sucesso. Por sinal, ele é um cara premiadíssimo, já ganhou vários concursos de invenções e focaliza seu trabalho na produção e comércio de moldes inteligentes para jardins suspensos. Fugi do assunto, mas agora volto. Entre outras vantagens, o material usado nos moranguinhos, ainda protege contra pestes e parasitas, além de possuir pontos de ventilação que impedem a proliferação de fungos. Josh Engwerda (esse é o nome dele) espera vender muitos moranguinhos no mês dos namorados. ($$$) É claro que vai vender, não tenho a menor dúvida, a propósito, eu quero ganhar um, você?

Enjoy. bjs.

Leia mais aqui

24 janeiro, 2010

A VELHICE DE NOSSOS PAIS

Olá!

Faz tempo, veio por email um texto falando sobre a velhice de nossos pais. Segundo entendi, somos intolerantes com nossos pais na velhice, e essa intolerância tem origem no medo que sentimos de também deixarmos de ser lúcidos e joviais. Fico pensando e concluo, é verdade.



Quando o envelhecimento faz nossos pais mudarem os hábitos e assumirem atitudes que outrora, eles próprios nunca imaginaram que poderiam assumir no avançar da idade, a gente literalmente desmorona. Afinal, ninguém, nem eles que tiveram experiência com seus próprios pais, lembraram-se de nos informar com a seriedade devida, que um dia chegaria a nossa vez de lidar com eles, na velhice deles.

Quando a gente os vê assim, em franca fragilidade senil, é como se nosso próprio futuro ali estivesse, zombando da nossa cara. E o medo se instala dentro de nós, afastando nossa segurança e serenidade, tão necessárias para ajudá-los nessa caminhada. Acho que é por aí.

Agora, uma  rápida pincelada sobre a convivência, do ponto de vista prático, do dia-a-dia. Não acho que sejamos tão intolerantes assim, afinal, no tipo de vida que levamos, qualquer comportamento que fuja da rapidez é absolutamente incompatível com os tempos atuais, tudo o que se faz é na correria. E é aí que o conflito se instala, a gente correndo e os pais envelhecendo e ficando devagar. E além do mais, a velhice dos pais costuma acontecer ao mesmo tempo que entramos na meia-idade, que nossos filhos crescem, que nascem netos e somos chamados a ajudar uns e outros... Complicado não?

Mas por outro lado, isso não significa que aprovo a desídia filial. Penso que nada é mais importante que o dever ético que temos de retribuir o aconchego, o porto seguro, o referencial que os pais sempre foram para nós, desde que nascemos. Penso que agora é a hora do equilíbrio, a Cesar o que é de Cesar, e nossa eventual intolerância, embora aceitável, tem que passar logo..., por favor, tem que ser só eventual...

Cobrar o passado, nem pensar! Agora a conversa é outra. Ajudar e cuidar nossos pais na velhice é nosso compromisso intransferível e inadiável, afinal somos humanos e esse é um dos tributos que pagamos pela vida. Quando chega nossa hora de agir não podemos recuar. Já fomos filhos de nossos pais, fomos pais de nossos filhos e agora somos pais de nossos pais e talvez sejamos os únicos referenciais que eles têm no estágio atual de suas existências. É difícil aceitar, mas não estamos aqui a passeio.

Era isso.
Fui. Até breve.

21 janeiro, 2010

ARROGÂNCIA NÃO TEM PERDÃO

Olá amigos!




É isso mesmo, arrogância não tem perdão! Concordo em gênero, número e grau. Por isso deixo com você esse texto, cujo título é "Arrogância", onde ela, a festejada Martha Medeiros, com suas palavras vibrantes e certeiras, toca no ponto nodal da questão. É um arraso! Agora é com você, boa leitura!

Defeitos, quem não os tem? Há os avarentos, os mal-humorados, os fofoqueiros, os mentirosos, os chatos. Não os expulsamos a pontapés do universo porque todos nós, com maior ou menor frequência, um dia também já fomos pão-duros, já passamos uma maledicência adiante e já torramos a paciência alheia. É preciso ser tolerante com os outros se queremos que sejam conosco, não é o que dizem? Então, ok, aceita-se as falhas do vizinho. Mas arrogância não tem perdão.

E os arrogantes não são poucos. Façamos aqui um retrato falado: são aqueles que andam de nariz em pé, certos de que são o último copo d´água do deserto. Aqueles que são grosseiros com subalternos, que empolgam-se ao falar de atributos que imaginam ser exclusivos deles, os que furam a fila do restaurante e tomam como ofensa pessoal caso sejam instalados numa mesa mal localizada. São os que ostentam, que dão carteiraço e que sentem um prazer mórbido em humilhar aqueles que sabem menos – ou que podem menos. São os preconceituosos e os que olham o mundo de cima pra baixo. Será que eles acreditam que são assim tão superiores? Lógico que não, e isso é que é patético.

Os arrogantes são os primeiros a reconhecer sua própria mediocridade, e é por isso que precisam levantar a voz e se auto-promover constantemente. Eles não toleram a porção de fragilidade que coube a todos nós, seres humanos, e não se acostumam com a idéia de que são exatamente iguais aos aos seus semelhantes, sejam estes garçons, porteiros da boate ou executivos de multinacionais. Dão a maior bandeira da sua insegurança.

O arrogante acredita que todos estão a falar (mal) dele, lê entrelinhas que não existem, escuta seu nome mesmo quando não foi pronunciado, e ao descobrir que não é mesmo dele que estão falando, aí é que morre de desgosto. Todo arrogante traz um complexo de inferioridade que salta aos olhos.

Sempre tive um pouco de pena deles pelo papelão que desempenham em público. Dizem que Naomi Campbell entra nas melhores butiques brasileiras, escolhe algumas roupas e sai sem pagar, acreditando estar enaltecendo a loja com sua simples presença no estabelecimento. É uma arrogante folclórica e inofensiva. Atentos devemos ficar aos arrogantes armados: os que invadem países, os que destróem quem atravessa seu caminho. O caso do juíz cearense é típico: quis entrar num supermercado que já havia fechado e o vigia teve a petulância de tentar impedir. Levou um tiro, claro. Que o juíz alega ser acidental, sem explicar a razão de, depois de disparar, não ter nem ao menos olhado pro cadáver e ter ido direto às gôndolas atrás do que queria comprar: cerveja, gilete, sorvete, sabe-se lá o que lhe era tão urgente.

Repare bem: quase todos os atos de violência são protagonizados por um arrogante que entra em pânico com a palavra não.

Era isso. Fui. Até breve.

20 janeiro, 2010

FEIJOADA LIGHT?






Olá!

Hoje trago uma dica bem legal que pode ajudar você a manter a saúde. É sobre comida, que ninguém é de ferro. Feijoada, para os amantes de.

Adoro feijoada, mas tem aquele probleminha de sempre, que me deixa cheia de culpa. Adivinhou, é isso mesmo, o colesterol. Mas que droga, será que a gente não pode mais comer aquela feijoadinha amiga? Nunca mais? Essa não, devo estar delirando. Negativo, era esse mesmo o futuro que me aguardava.  Mas se vc prestou atenção, eu falei ERA, no passado. Pois agora, meus prolemas acabaram!  (E os seus também, partindo do pressuposto que vc aprecie essa delícia que a gente faz com feijão e unas cositas más). Dá só uma olhadinha no que encontrei na santa net. Quem diria, uma dica pra deixar a feijoada ligth sem perder o sabor!!!! É tudo que eu queria, facinho, veja só.

Lave bem uma laranja e coloque-a inteira (sem descascar) na feijoada, junto com as carnes. Só isso. E funciona mesmo, parece milagre, mas a gordura fica toda dentro da laranja, é só cortá-la e você verá. O gosto da feijoada não muda pois a laranja não interfere no sabor. Não é uma beleza?

Se você está duvidando, tem toda a razão, eu também duvidava, e resolvi experimentar com um pedaço de lingüiça. É assim, ferva a água, fure a linguiça com um garfo e coloque-a junto com a laranja, então comprove: em 5 minutos a gordura transferiu-se para dentro da laranja! Depois é só fritar a linguiça e sentir o sabor!

E mais ainda, a panela ficará completamente sem gordura... Pensando bem, vou até me aventurar a fazer alguns testes com outras comidas, quem sabe... hehehehe.

Mas atenção, se você não cozinha, tudo bem, mas por favor, não seja egoísta e trate de passar a dica para quem goste de cozinhar! :D

Bem, por enquanto era isso. Fui. Até breve

16 janeiro, 2010

ZILDA ARNS

O Corpo de Zilda Arns, vítima de terremoto no Haiti, é enterrado em Curitiba 16/01 às 18h00
ZILDA ARNS FOI E SEMPRE SERÁ
UM NOME FORTE NA LUTA EM PROL DA VIDA,
DA PAZ E DA ESPERANÇA.

CURITIBA - O corpo da médica sanitarista Zilda Arns Neumann, fundadora da Pastoral da Criança e da Pastoral da Pessoa Idosa, foi sepultado na tarde deste sábado em Curitiba. Ela morreu na última terça-feira, vítima do terremoto do Haiti, onde faria palestras e participaria de reuniões para a fundação da Pastoral da Criança naquele país.O enterro de Zilda Arns, de 75 anos, aconteceu pouco antes das 17h no cemitério Água Verde, em Curitiba, onde vivia desde os 10 anos de idade. Palavras de religiosidade e uma revoada de pombos brancos marcou a despedida.

Leia aqui a notícia completa.

Era isso. Fui. Até breve.

15 janeiro, 2010

CURIOSIDADES SOBRE O TWITTER

Olá!

Achei umas coisinhas interessantes pra contar pra você a respeito do Twitter.

Porque 140 caracteres?
Na época do desenvolvimento do twitter, resolveram que as mensagens teriam o comportamento de SMS (Mensagens de celular), logo teriam 160 caracteres, porém 20 deles ficariam reservados para o nome de usuário de quem enviou a mensagem, logo sobram 140 caracteres para o restante do texto.

De onde veio o nome Twitter?
O nome original do twitter em fase de desenvolvimento era twttr, por causa da semelhança com o nome do Flickr. Posteriormente, para facilitar a pronuncia, foram adicionadas as vogais ao nome.

Quem são os criadores?
A empresa por traz do twitter chama-se Obvious Inc (também dona da Odeo) e foi Jack Dorsey o responsável por criar do projeto do Twitter, no que ele chamava de comunicação SMS entre pequenos grupos.

FONTE: vocêsabia.net

Era isso. Fui. Até breve.